Lilypie Angel and Memorial tickers

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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Notícias!

Olá gente!
Desculpe o sumiço, estou meia sem tempo, e meia sem internet....por aqui as coisas estão bem, as vezes olho pra traz e nem parece que a tao pouco tempo eu passei por tanta coisa, que a tao pouco tempo atras minha filha estava aqui...parece tudo muito distante.
O fim de ano foi bom, apesar de aflorar ainda mais as lembranças e as suposições de como seria se a Aninha estivesse aqui.
No natal fomos para as Cataratas do Iguaçu, tudo muito lindo e imenso! lindo mesmo, amei!!
E a virada me trouxe uma retrospectiva de tudo que passei em 2011, e apesar da saudade, não classifico minha experiencia como ruim, não vejo como ser mãe de uma anjo lindo pode ser ruim, 2011 sempre será o ano em que me tornei mãe, mãe da Ana Louise, e isso foi muito bom!
E as metas para 2012... nem parei muito pra pensar nisso ainda, mais quem sabe, um irmãozinho ou irmãzinha pra Aninha ;)... sem pressa, sem pressão, quando tiver que ser será!!
Ai em baixo estao algumas fotinhos do nosso passeio, recomendo muitoooo!!
tudo muito lindo!





eu e o maridao <3

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Mães super especias...e uma atitude em comum: AMAR!

Atravez do blog, tenho conhecido mamães super especiais, com historias muito parecidas, e sentimentos praticamente idênticos aos meus.
Quando leio os blogs ou converso com essas mamães, vejo como é importante o dialogo e a troca de experiências, num momento em que nos sentimos perdidas, carentes e com mileuma duvidas na cabeça.
Compartilhar a experiência vivida tem sido muito bom, e acho que todas as mamães de bebes com diagnósticos como o de anencefalia/acrania, deveriam ter mais apoio e ser encaminhadas para algum grupo de apoio, onde a decisão de levar a gravidez a diante é apoiada e tratada com respeito!
Atravez de uma dessas amigas virtuais, tive uma resposta para a grande questão do PORQUE?
Porque isso foi acontecer comigo? é essa a pergunta que toda mãe faz, PORQUE, se eu queria tanto esse bebe, eu o amo tanto? PORQUE?
A melhor resposta que encontrei é que fomos escolhidas para gerar esses bebes especias, porque JAMAIS SERIAMOS CAPAZ DE FAZER MAL A ELES, Deus sabe que o amaríamos de qualquer forma, que nunca faríamos nada para interromper a vida desses anjos, que daríamos tudo de nos para que esses anjinhos pudessem ter a breve vida mais digna possível!
E essa resposta me alivia a alma, porque sei que fiz meu papel, e minha doce Aninha veio pra me ensinar o que é o amor, o que é forca e superacão!

E para quem ainda não teve a oportunidade, conheçam mais uma historia de uma Super Mamãe, e uma grande amiga Camila e seu anjinho Miguel no blog http://miguelpequenolutador.blogspot.com/

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Lembranças...o dia do parto

O grande dia, o dia que toda mamãe espera, planeja, tem duvidas, medos, mil e um sentimentos, a maioria comuns em todas as maes...
Mais para uma mamae de um bebe especial, com um diagnostico de anencefalia, acho que esses sentimentos se tornam ainda mais intensos, a espera, o planejamento de uma situacao que é uma incerteza, duvidas, e como eu tive duvidas, medos...e a fé e a esperanca lutando contra as explicacões de um diagnostico tao cruel, um diagnostico incopativel com a vida.
Até o ultimo momento eu tive esperanca, fé em Deus que um milagre poderia acontecer, mesmo ouvindo o contrario a cada consulta, carreguei a esperanca comigo até o ultimo instante, e nao me arrependo de ter acreditado, gracas a minha fé eu fui feliz durante minha gravidez, feliz em quase 100% do tempo.
E quanto mais se aproximava o grande dia, mais pensamentos vinham a minha mente...como seria se ela vivesse, como seria quando eu pegasse ela no colo pela primeira vez, como que as roupinhas ficariam nela, será que eu poderia amamenta-la?
Como toda mae, eu tinha meus medos, mas poucos em relacao a mim, todos meus medos eram em relacao a situacao que me aguardava, o que eu teria que enfrentar, sera que eu estava preparada?
E no grande dia, dia 30 de marco, minha bolsa estava pronta, a bolsa da Aninha tambem, eu levei bastante roupa, tudo que um bebe precisa para passar uns tres dias no hospital, meu parto foi cesarea, e as 7:15 da manha eu ja estava lá, eu meu marido, minha mae e minha tia...
Pensei em fugir, pra poder deixar minha filha dentro de mim mais um pouco, e na situacao que eu enfrentava, nem achei que era tanta loucura assim...
Por volta das 8 horas da manha eu ja estava vestida com aquelas camisolas verde, deitada na sala de cirurgia, colocaram a entrada para o soro e os remedios, me pediram sentar, e diferente de muitos relatos de partos cesareas que já ouvi, nao vi o anestesista me aplicar a anestesia nas costas, nao sei se me deram algum calmante, alguma coisa na veia, nao senti empurrarem o bebe pra baixo, como muitas mamaes sentem, nem pressao nos pulmoes...nada...
So me lembro de ter entregado minha vida e a vida da minha filha nas maos de Deus, pedi que fosse feita a vontade Dele, e meu pedido naquela hora foi que ela nao sofresse, eu nao aguentaria ver ela sofrendo....
Ouvi uma enfermeira me chamar, lembro que ela teve que chamar meu nome duas vezes até eu responder, entao ela me perguntou se eu queria ver minha filha....eu disse que sim! queria muito ve-la, me mostraram ela rapidamente, e levaram pra outra sala...e nao pude mais ve-la.
Continuei assim meia perdida, meia sedada, nao sei explicar, nao era normal, nao era como me disseram que seria...
Lembro do rostinho da minha princesa, lembro dela enrolada nos panos azuis, com os bracinhos pra fora, se mechendo, mas eu nao pude fazer nada...nao podia sair e ir atras, aproveitar mais um pouco o tempo com ela...nao estava nas minhas maos decidir o que seria...
Ja se passaram 7 meses, e eu tenho muita saudade...
Quero deixar claro que no meu caso, minha filha viveu somente 30 minutos, mas existem muitos casos de bebes que sobrevivem por bastante tempo, varios casos que já citei aqui no blog, e que fico muito feliz de acompanhar.
Para as mamaes que passam por algo parecido, eu aconselho que tenham uma gravidez mais tranquila possivel, o grande dia irá chegar, é inevitavel, mas o que irá acontecer, só Deus sabe, e de qualquer forma, ser mae sempre é um grande presente, o melhor que já recebi em minha vida!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

!!?? Túmulo com ventilador!!??

Pasmem, mas foi exatamente esse o termo usado por um médico, diante de uma situação de diagnóstico de acrania/anencefalia.
A mãe dessa criança, com aproximadamente oito meses de gestação, estava lutando para ter seu filho em um hospital que dispusesse de uma UTI neo natal, para o caso do bebe precisar após o nascimento.
O obstetra, com toda frieza, falta de consideração, falta de respeito (e mais um monte de coisas que nem vale a pena classificar), pergunta se a mãe irá querer colocar VENTILADOR NO TÚMULO DO SEU FILHO TAMBÉM!!!
Sinceramente, eu também tive que ouvir varias barbaridades dos médicos durante a minha gravidez, por exemplo: "nem vamos mais ouvir o coração do seu bebe, não adianta ficar se iludindo e se apegando".... E "tem certeza que você vai querer ver sua filha? ..pois não é uma coisa BONITA de se ver", (infeliz palavras da Dr Tatiana), eu fiquei chocada e muito revoltada com uma situação dessas!! Já não basta toda dor, toda expectativa, dúvidas,  todo o medo do amanhã que uma mãe de um bebe com anencefalia tem que enfrentar? ...não pelo jeito não basta, tem que ser também extremamente traumático!! Será que custa ser um pouco mais humano?
Olha eu não sei  que esta acontecendo! Será que uma mãe esta pedindo demais em exigir o MÍNIMO DE DIGNIDADE PARA SEU FILHO! O MÍNIMO DE RESPEITO!
Se Deus decidiu que queria nossos filhos com ele, tudo bem! infelizmente passamos por situacões que não estão no nosso controle, mas a situação poderia ser muito diferente se os médicos (me desculpem a classe em geral, mas pela experiência que tive, os BONS MÉDICOS SÃO POUCOS, e falo bons, não no sentido de ser bonzinhos, mas de ser PROFISSIONAL DE VERDADE.
Sei que tem muitas coisas que por mais que doam, precisam ser faladas....mas com certeza, muitas coisas não precisavam ser ditas, não acrescentaram em nada, só machucaram, e ficarão pra sempre na memória.
Graças a Deus a médica que fez meu parto foi muito humana e atenciosa, PROFISSIONAL, cuidou muito bem de mim e se caso tinha uma opinião diferente da minha GUARDOU PRA ELA!
Eu não sei se alguma coisa pode ser feita a respeito desses médicos incompetentes e despreparados, mas olha, alguma coisa deveria ser feita sim, isso não deveria ficar assim! são feridas que ficam marcadas pra sempre! não falo em processos ou indenizacoões, mas em mudança e concientizacão! Os médicos tem que estar mais preparados para lidar com diagnósticos difíceis!
Peco todos os dias muita forca para as mamães que tem que passar por situacões assim, só DEUS sabe tudo que temos que ouvir, e as marcas que ficam pra sempre.
Alias, contrariando a OPINIÃO DA DR TATIANA, eu quis ver minha filha, e mesmo sem vida ela foi e é a coisa mais linda que eu já vi. Não fiquei traumatizada com a aparência da minha filha (ALIAS, FIQUEI ENCANTADA), traumatizante foram as consultas que eu tive com essa medica.
Já faz seis meses que minha filha nasceu e se foi tão depressa, mas a cada dia em cada lugar que eu vou eu penso como ela estaria, junto comigo, como minha vida teria mudado pra melhor e como a gente seria feliz.
A seis meses ela ainda estava aqui! e agora só saudades e sonhos de como seria...
Muita forca as mamães de anjos!
bjus

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Não se pode tentar resolver o que é dramático com o trágico!


A discussão que acontece hoje no Brasil a respeito da decisão do ministro do STF sobre os fetos anencéfalos  causa amplo debate. Eis aqui basicamente dois questionamentos que me chamaram a atencão:
 
1º questionamento:
Os fetos com diagnóstico de anencefalia já não estão mortos?
Não, não estão mortos!
Os quadros de anencefalia podem variar em grau. Alguns apresentam maior comprometimento de estruturas neurológicas, outros menos. Não se deve pensar que essa malformação tenha uma única característica ou seja rigorosamente definível.
Entre os recém-nascidos anencéfalos nascem vivos 2 de cada 3 casos. 
O próprio diagnóstico da “morte cerebral” – método empregado em outras circunstâncias para o diagnóstico da morte para, por exemplo, autorizar a remoção de órgãos para transplantes – apresenta grandes dificuldades técnicas, devido ao conhecimento ainda imperfeito da neurofisiologia neonatal.
O Comitê Nacional de Bioética italiano, manifestando-se a respeito da avaliação das capacidades do recém-nascido anencéfalo, admite que “a neuroplastividade do tronco poderia ser suficiente para garantir ao anencefálico, pelo menos nas formas menos graves, uma certa primitiva possibilidade de consciência. Deveria, portanto, ser rejeitado o argumento de que o anencéfalo, enquanto privado dos hemisférios cerebrais, não está em condições, por definição, de ter consciência e experimentar sofrimentos”.
 
2º questionamento:
E o sofrimento dos pais? Não é mais lógico interromper essa gestação, uma vez que mesmo que a gestação chegue ao final a sobrevida dessas crianças será breve? Dessa forma não se abreviaria o sofrimento dos pais?
O diagnóstico, por exames sorológicos e ultra-sonografia, muitas vezes é feito antes da vigésima semana de gestação. Ainda segundo o Comitê italiano, apesar de uma expectativa de vida reduzida não é sempre possível, no caso dos anencéfalos, definir a iminência do óbito, e a duração da vida pode ser influenciada em muito pelos tratamentos intensivos.
Trata-se de uma situação que se reveste de grande dramaticidade, tal qual as de tantas outras situações clínicas, como, por exemplo, a dos chamados “pacientes terminais”, onde a probabilidade de morte é grande.
Essa dramaticidade exige de todos uma atenção especial para com os pais, que necessitam de amparo não só no aspecto psicológico, mas também espiritual. É uma situação que tem de ser enfrentada, como tantas outras igualmente dramáticas. Temos de ser realistas e admitir que é uma situação complexa que vai exigir um esforço de caridade não só das pessoas mais diretamente envolvidas, como os pais, mas também de todos os que estão em torno dessas pessoas, da comunidade que as cerca.
Enfrentar a dramaticidade dessa questão é que é, para muitos, difícil e trabalhoso. Aqueles pais infortunados, vítimas da situação, muitas vezes se verão sozinhos, debilitados pelo sofrimento, pois o sofrimento vivido na solidão debilita a pessoa e ela, assim, de boa índole, pode se deixar levar por supostas soluções imediatas, sem se dar conta das suas implicações.
Nesse sentido, algumas pessoas propõem a “interrupção da gravidez”, jogo que oculta o que realmente se está propondo: o aborto provocado.
Assim, na busca de uma solução para o sofrimento, para a dramaticidade inerente à situação tratada, o aborto apresenta-se como uma “solução” trágica. Não se pode tentar resolver o que é dramático com o trágico! No dramático existe a possibilidade de uma positividade, no trágico só a destruição.
E por que é que o aborto é uma tragédia? O que é e como é feito o aborto? Quais são as suas conseqüências para os envolvidos? Sem se enfrentar essas questões, não se está enfrentando a situação de forma séria e honesta.
Muito sinteticamente, essa “interrupção da gravidez”, esse aborto, se realiza de duas formas.
Numa delas se mata o feto ainda dentro do útero da mãe, por meio da injeção de substâncias químicas diretamente no feto. Injetam uma droga (usualmente cloreto de potássio) e então ocorre a parada do coração do feto (morte). O cloreto de potássio é a droga utilizada nas execuções de criminosos condenados à morte nos EUA; causa tanto sofrimento que, nessas execuções de criminosos condenados, injetam-se primeiro fortíssimos analgésicos.
A primeira vítima é a criança; a segunda vítima, a mãe, que, agora, deverá se submeter a “curetagem”, às vezes tendo de aguardar horas para que se realize esse segundo procedimento, pois na clínica em que se fez a injeção letal não se faz a curetagem, realizada em hospitais públicos ou pronto-socorro.
Numa segunda forma de promover o aborto, o processo do parto é provocado, por meios mecânicos ou químicos. E aí a criança nasce: está viva. Devido à prematuridade do parto em relação à idade gestacional ou devido a limitações orgânicas decorrentes de anomalias (como pode ser o caso de anencéfalos), essa criança precisa, como qualquer outra, de suporte para continuar viva: precisa receber nutrientes, ser acomodada num ambiente adequado, etc. Resta, então, que morra sozinha, o que pode acontecer em alguns minutos ou em algumas horas, dias...
Num e noutro caso, não podemos esquecer também das seqüelas a médio e longo prazo. Muitos são, nesse sentido, os testemunhos dolorosos de mães, pais, avôs e avós, profissionais da saúde. Só que esses testemunhos não chegam à mídia, na qual só se divulgam declarações de pessoas “independentes” e “resolvidas na vida”.
Não podemos ser ingênuos. Alguns investem em criar uma mentalidade que torne aceitáveis, naturais ou normais tais situações de aborto. E a questão dos fetos anencéfalos é apenas o trampolim para tanto.
O aborto é isso. Não existe aborto limpo. O aborto é, na sua essência e nas suas conseqüências, hediondo, pois só destrói.
Insisto: Não se pode tentar resolver o que é dramático com o trágico!
O que é dramático, numa perspectiva cristã onde se retoma o sentido da vida humana e da própria maternidade/paternidade, provoca, potencialmente, a possibilidade de que o belo e o próprio sentido do sofrimento possam emergir. Muitos são os testemunhos, não só entre pais de anencéfalos mas principalmente entre tantos que conviveram com pacientes desenganados pela medicina ou com filhos com deficiências, de que é possível viver uma positividade mesmo dentro da situação de sofrimento. Tudo isso, é claro, exige um caminho de vida, na comunidade da Igreja, e a Graça. Uma companhia de verdadeiros amigos com quem, muitas vezes com muita fadiga, compartilha-se o sofrimento e se alcança um sentido para a realidade, o sentido de positividade de cada acontecimento.


resumo da materia do site http://www.montfort.org.br

sábado, 3 de setembro de 2011

Sensibilidade a flor da pele

Muitas palavras podem definir um momento pós perda de uma mãe, mas uma palavra/sentimento que percebo que esta sempre presente é a SENSIBILIDADE. Depois que perdi minha filha, me sinto extremamente sensível diante de situações que antes seriam muito normais pra mim.
Coisas ou situações  que parecem pequenas, algumas até bobas me tocam e me incomodam de uma maneira que chega a ser até difícil de lidar.
Palavras me machucam como nunca, palavras e as vezes, a falta delas.
Praticamente sozinha procuro ser forte, levantar a cabeça e não deixar me abater, mas o acumulo de "dores" da alma muitas vezes pesa tanto que parece insuportável.
Cada dia é uma nova etapa, uma superação, vou seguindo, forte....forte...forte, mas tao sensível, tao fraca ao mesmo tempo.
Só quem já viveu sabe como é...

domingo, 7 de agosto de 2011

Uma Vitória em minha vida...

Em meio a momentos tão difíceis, tenho encontrado pessoas super especiais.
Algumas delas, a pouco tempo atrás eu nem conhecia, mas hoje são como se fossem parte da minha família...
Minha pequena Maria Vitória, que veio ao mundo um pouco depois que a minha filha, e já chegou cheia de propósitos, por meio desse anjinho eu conheci sua mamãe Janaina, e sua avó Carina, que se tornaram grandes amigas, pra todas as horas, até de madrugada, batendo papo, tomando café, e claro, embalando a Vitoria :)
E com muito carinho, fui nomeada a segunda mamãe da Vitoria, e passar os dias com ela tem sido muito bom pra mim.
Claro que eu olho pra ela e lembro da minha filha, penso que ela estaria assim também, mas lembrar minha filha não é ruim pra mim, não me faz mal, minha filha estará sempre comigo, no meu coração, e no meu coração a Vitoria também ganhou um lugar.
E tem como não babar?
Lindinha

Boneca de olhinhos azuis

Já ta quase uma moca

Eu e a Maria Vitoria

Fazendo biquinho

Amo muitooo ;)

Vitoria e suas mamães! menininha de sorte, tem amor e carinho de sobra.